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dc.contributor.advisor1Silva, Luis Fernando Santos Corrêa da-
dc.contributor.referee1Silva, Luís Fernando Santos Corrêa da-
dc.contributor.referee2Zanatta , Mariana Scussel-
dc.contributor.referee3Pereira , Thiago Ingrassia-
dc.creatorWames, Marisa Magali Maieski-
dc.date2017-08-23-
dc.date.accessioned2017-10-06T18:32:04Z-
dc.date.available2017-10-06T18:32:04Z-
dc.date.issued2017-09-14-
dc.identifier.urihttps://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/1217-
dc.description.abstractThe current study analyzed the social security benefits granted by the INSS agency in Joaçaba city, Santa Catarina State, in the year of 2016, in order to verify if the benefits granted to workers due to the mental illness were recognized as a result of the work performed or if the same trend verified in the years 2010 to 2012, when mental illness was only recognized in the illness benefits of any nature or cause, therefore, unrelated to the work done. This invisibility of mental illness in the benefits granted in relation to the work carried out, instigated us to study the work and the transformations that occurred in its processes in the last two historical periods, which means new requirements for the worker who has been physically ill, as was explicit in the Industrial era model led by the North American models, denominated Fordism and Taylorism, with international expansion. Physical illness continues in the model of work in contemporary capitalism known as the era of knowledge, whose worldwide expansion occurred from the model of Japanese industries, called toyotism, but its new requirements began to compete for the mental illness of the workers. These periods are theoretically based by authors such as Karl Marx, Krishan Kumar, Ricardo Antunes, Zygmunt Bauman, Richard Sennet, Robert Castel, among others. The research also listened to mentally ill workers and found out that these narratives pointed out several factors related to work that contributed to the constitution of mental illness, whose aspects were presented and analyzed in the research, corroborating with the theoretical basis studied, demonstrating the deepening of the precariousness of the work, and the aggravations for the mental illness not seen in the social security benefits in the region of Joaçaba city / SC.pt_BR
dc.description.resumoEste estudo analisou os benefícios previdenciários concedidos pelo INSS na agência de Joaçaba/SC no ano de 2016, com o intuito de verificar se os benefícios concedidos em razão do adoecimento mental do (a) trabalhador (a) foram reconhecidos como decorrentes do trabalho exercido, ou se permanece a mesma tendência verificada nos anos de 2010 a 2012, onde o adoecimento mental somente era reconhecido nos benefícios de auxílio-doença de qualquer natureza ou causa, portanto, sem relação com o trabalho realizado. Essa invisibilidade do adoecimento mental nos benefícios concedidos em relação ao trabalho realizado nos instigou a estudar o trabalho e as transformações que ocorreram em seus processos nos dois últimos períodos históricos, que significam novas exigências para o (a) trabalhador (a), que vem adoecendo fisicamente, como explicitado na Era Industrial norteada pelos modelos norte-americanos, denominados fordismo e taylorismo, com expansão internacional. O adoecimento físico continua no modelo de trabalho vigente no capitalismo contemporâneo, denominado de Era do Conhecimento, cuja expansão mundial ocorreu a partir do modelo das indústrias japonesas, denominado toyotismo, porém suas novas exigências passaram a competir para o adoecimento mental dos (as) trabalhadores (as). Estes períodos estão embasados teoricamente por autores, como Karl Marx, Krishan Kumar, Ricardo Antunes, Zygmunt Bauman, Richard Sennet, Robert Castel, entre outros. A pesquisa também ouviu os (as) trabalhadores (as) adoecidos mentalmente e constatou que essas narrativas apontaram vários fatores relacionados ao trabalho que contribuíram para a constituição do adoecimento mental, cujos aspectos foram apresentados e analisados na pesquisa, corroborando com o embasamento teórico estudado, demonstrando o aprofundamento da precarização do trabalho e os agravos para o adoecimento mental invisibilizado nos benefícios previdenciários na região de Joaçaba/SC.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Tania Ivani Rokohl (tania.rokohl@uffs.edu.br) on 2017-10-06T14:14:46Z No. of bitstreams: 1 WAMES.pdf: 1500533 bytes, checksum: c4e22a6973c918f6c1343cad0998b871 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Fronteira Sulpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Erechimpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.initialsUFFSpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDoença mentalpt_BR
dc.subjectAdoecimento mentalpt_BR
dc.subjectBenefícios previdenciáriospt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectPrecarizaçãopt_BR
dc.titleSaúde mental e trabalho: a invisibilidade da doença mental nos benefícios previdenciários na região de Joaçaba/SCpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.levelMestradopt_BR
Appears in Collections:Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas

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