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dc.contributor.advisor1Danna, Patrycia Chedid-
dc.contributor.advisor-co1Pulga, Vanderléia Laodete-
dc.contributor.referee1Danna, Patrycia Chedid-
dc.contributor.referee2Farias, Vanderlei de Oliveira-
dc.contributor.referee3Lopes, Bruna Chaves-
dc.creatorRodrigues, Taynã Vieira-
dc.date2025-
dc.date.accessioned2026-03-08T14:06:02Z-
dc.date.available2026-
dc.date.available2026-03-08T14:06:02Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttps://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/9145-
dc.description.abstractBackground: Suicide, understood as an intentional act of self-destruction, represents a serious public health problem and a growing challenge among Indigenous peoples in Brazil. Despite its epidemiological and social relevance, records on this phenomenon remain underreported, compromising the understanding of its magnitude and the development of effective prevention policies tailored to this population Objective: To analyze the epidemiological profile of suicide among the Brazilian Indigenous population, by Federative Unit, from 2014 to 2023, considering sociodemographic characteristics, methods used, and spatial distribution. Methods: This was an observational, ecological, and descriptive study with a quantitative approach. Mortality data on suicide (ICD-10 codes X60–X84) were obtained from the Mortality Information System (SIM/DATASUS), and Indigenous population denominators were retrieved from the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). Crude suicide mortality rates per 100,000 inhabitants were calculated and stratified by sex, age, education, marital status, method used, and Federative Unit. Results: The highest suicide mortality rates among Indigenous peoples were observed in the states of Mato Grosso do Sul and Amazonas, followed by Roraima. Most victims were male (74.84%), aged 19 years or younger (39.92%), and had 4–7 years of schooling (28.13%). Hanging, strangulation, or suffocation (ICD-10: X70) was the predominant method, accounting for more than two-thirds of deaths, followed by poisoning and firearm use. A national upward trend was observed, with a 58% increase in the number of deaths between 2014 and 2023. Conclusion: Suicide among Brazil’s Indigenous population remained high throughout the study period, with concentration in specific states, revealing a vulnerability pattern distinct from that of the general population. These findings underscore the need for targeted public policies that are sensitive to the historical, cultural, and territorial contexts of Indigenous peoples.pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: O suicídio, entendido como ato intencional de retirar a própria vida, representa um grave problema de saúde pública e um desafio crescente entre os povos indígenas no Brasil. Apesar da relevância epidemiológica e social, os registros sobre esse fenômeno ainda são subnotificados, o que compromete a compreensão de sua magnitude e a formulação de políticas de prevenção adequadas a essa população. Objetivos: Analisar o perfil epidemiológico do suicídio na população indígena brasileira, por Unidade Federativa, no período de 2014 a 2023, considerando características sociodemográficas, métodos utilizados e distribuição espacial. Métodos: Trata-se de um estudo observacional, ecológico, descritivo, com abordagem quantitativa. Os dados de mortalidade por suicídio (CID-10: X60–X84) foram obtidos no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/DATASUS), enquanto os denominadores populacionais da população indígena foram obtidos junto ao IBGE. Foram calculadas as taxas brutas de mortalidade por 100 mil habitantes, estratificadas por sexo, idade, escolaridade, estado civil, método utilizado e Unidade Federativa. Resultados: As maiores taxas de mortalidade por suicídio entre indígenas foram observadas nos estados de Mato Grosso do Sul e Amazonas, seguidos por Roraima. A maioria das vítimas era do sexo masculino (74,84%), com idade menor ou igual 19 anos (39,92%), com escolaridade de 4-7 anos (28,13%). O método predominante foi o enforcamento, estrangulamento ou sufocação (CID-10: X70), correspondendo a mais de dois terços dos registros, seguido por intoxicação e uso de armas de fogo. Observou-se tendência de aumento das taxas em todo o país, com crescimento de 58% no número de mortes entre 2014 e 2023. Conclusão: O suicídio na população indígena brasileira manteve-se elevado ao longo do período estudado, com concentração em estados específicos, revelando um padrão de vulnerabilidade que difere da população geral. Esses achados reforçam a necessidade de políticas públicas direcionadas, sensíveis aos contextos históricos, culturais e territoriais dos povos indígenas.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Cristiano Silva de Carvalho (cristianoscarvalho@uffs.edu.br) on 2026-03-05T13:52:21Z No. of bitstreams: 1 TAYNÃ VIEIRA RODRIGUES.pdf: 1317704 bytes, checksum: 4fc80d41e251c801d998610771d62194 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by DIONE ROSSI FARIAS (dione@uffs.edu.br) on 2026-03-08T14:06:02Z (GMT) No. of bitstreams: 1 TAYNÃ VIEIRA RODRIGUES.pdf: 1317704 bytes, checksum: 4fc80d41e251c801d998610771d62194 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-03-08T14:06:02Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TAYNÃ VIEIRA RODRIGUES.pdf: 1317704 bytes, checksum: 4fc80d41e251c801d998610771d62194 (MD5) Previous issue date: 2026en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Fronteira Sulpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Passo Fundopt_BR
dc.publisher.initialsUFFSpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectIndígenaspt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectSuicídiopt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.titleO fenômeno do suicídio na população indígena do Brasil a partir de indicadores epidemiológicospt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
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