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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisor1Oliveira, Gabriela Gonçalves de-
dc.creatorLima Júnior, Raimundo Nonato de-
dc.date2025-12-05-
dc.date.accessioned2026-03-16T13:38:37Z-
dc.date.available2026-
dc.date.available2026-03-16T13:38:37Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/9155-
dc.description.abstractSepsis and septic shock constitute significant public health problems, ranking among the leading causes of hospital mortality worldwide, especially in intensive care units (ICUs). National data show a high mortality rate, exceeding 55% in public hospitals, a scenario that reflects structural inequalities, diagnostic limitations, and low adherence to standardized care protocols. Within this context, the study described the prevalence of sepsis and septic shock cases and characterized the clinical-epidemiological profile in patients hospitalized in a hospital in Western Santa Catarina. This is a quantitative study, with a retrospective and prospective design, of an observational and cross-sectional nature, with documentary analysis of medical records and data collection from nursing professionals, developed in a large public hospital located in the western region of the state of Santa Catarina, where 1,619 patients hospitalized between March 2020 and June 2025 were evaluated. Of the total, 26.7% presented sepsis, 28.8% progressed to septic shock, and 44.4% did not have a diagnosis of sepsis. During the study, a high proportion of septic shock was observed, indicating the severity of the cases treated and a possible delay in clinical recognition. The majority of patients were male (59.8%) and between 51 and 80 years old. Professions such as farmers, homemakers, and drivers were the main occupational activities, and most identified as Catholic. The racial distribution showed a higher prevalence of white people, a demographic characteristic of the region. In order to contextualize the theoretical review, the evolution of sepsis definitions was highlighted, from the SIRS criteria to Sepsis-3, emphasizing the importance of early identification through SOFA and qSOFA scores. The study analyzed 1619 ICU patients from March 2020 to June 2025, distributed as follows: 433 (26.7%) with sepsis, 467 (28.8%) with septic shock (CS), and 719 (44.4%) without sepsis, with no significant temporal variation (ANOVA). Demographically, men predominated (59.8%), the age range was 51-80 years, farmers (28.4%), housewives (13.4%), drivers (6.2%), and Catholics (75%), with predominantly white skin. Total organ dysfunctions amounted to 2854, led by metabolic (27.7%), pulmonary (26.7%), and renal (21.5%) disorders; Comorbidities in 2136 cases include hypertension (23.5%), cancer (12.9%), and diabetes (12.6%). Clinical signs (2348) highlight tachypnea (30.1%), tachycardia (29.7%), and hypoxemia (18.7%); laboratory tests reveal elevated CRP (98.7%), high urea (91.8%), altered lactate (84%), creatinine (67.9%), and thrombocytopenia (44.4%). Infectious foci (1124) are pulmonary (54.6%), with Klebsiella pneumoniae prevalent in tracheal aspirate (27.5%), Candida spp. in urine culture (37.9%), and Staphylococcus spp. in blood culture (43.6%); total antibiotics (2598) prioritize carbapenems (19.4%). Prognosis indicates a mortality rate of 52.6% in sepsis/CS (43.8% and 50.8%), with hospitalization of 2-20 days and a positive correlation (r=0.9973), in addition to the scarce application of prognostic scores (94.9% absent), aligning with the Brazilian literature on heterogeneity and the need for bundles.pt_BR
dc.description.resumoA sepse e o choque séptico constituem importantes problemas de saúde pública, figurando entre as principais causas de mortalidade hospitalar em todo o mundo, especialmente em unidades de terapia intensiva (UTIs). Dados em nível nacional apresentam taxa de mortalidade elevada, ultrapassando 55% em hospitais públicos, cenário este que reflete desigualdades estruturais, limitações diagnósticas e baixa adesão a protocolos assistenciais padronizados. Inserido nesse contexto, o estudo descreveu a prevalência de casos de sepse e choque séptico e caracterizou o perfil clínico epidemiológico em pacientes internados em um Hospital do Oeste Catarinense. Trata-se de um estudo de abordagem quantitativa, com delineamento retrospectivo e prospectivo, de caráter observacional e transversal, com análise documental de prontuários e coleta de informações com profissionais da enfermagem, desenvolvido em um hospital público de grande porte situado na região Oeste do estado de Santa Catarina onde foram avaliados 1.619 pacientes internados no período de março de 2020 a junho de 2025. Do total, 26,7% apresentaram sepse, 28,8% evoluíram para choque séptico e 44,4% não tiveram diagnóstico de sepse. Durante o estudo observou-se elevada proporção de choque séptico, indicando gravidade dos quadros atendidos e possível atraso no reconhecimento clínico. A maioria dos pacientes era do sexo masculino (59,8%) e tinha entre 51 e 80 anos. Profissões como agricultores, pessoas do lar e motoristas foram as principais atividades laborais, e a maior parte identificou-se como católica. A distribuição racial apontou maior prevalência de pessoas brancas, característica demográfica da região. A fim de contextualizar a revisão teórica destacou a evolução das definições de sepse, desde os critérios de SIRS até o Sepsis-3, enfatizando a importância da identificação precoce por meio dos escores SOFA e qSOFA. O estudo analisou 1619 pacientes em UTI de março/2020 a junho/2025, distribuídos em 433 (26,7%) com sepse, 467 (28,8%) com choque séptico (CS) e 719 (44,4%) sem sepse, sem variação significativa temporal (ANOVA). Demograficamente, predominam homens (59,8%), faixa etária 51-80 anos, agricultores (28,4%), donas de casa (13,4%), motoristas (6,2%) e católicos (75%), com pele branca majoritária. Disfunções orgânicas totais somam 2854, lideradas por metabólicas (27,7%), pulmonares (26,7%) e renais (21,5%); comorbidades em 2136 casos incluem HAS (23,5%), câncer (12,9%) e diabetes (12,6%). Sinais clínicos (2348) destacam taquipneia (30,1%), taquicardia (29,7%) e hipoxemia (18,7%); laboratoriais revelam PCR elevada (98,7%), uréia alta (91,8%), lactato alterado (84%), creatinina (67,9%) e plaquetopenia (44,4%). Focos infecciosos (1124) são pulmonares (54,6%), com Klebsiella pneumoniae prevalente em aspirado traqueal (27,5%), Candida spp. em urocultura (37,9%) e Staphylococcus spp. em hemocultura (43,6%); antibióticos totais (2598) priorizam carbapenêmicos (19,4%). Prognóstico indica mortalidade de 52,6% em sepse/CS (43,8% e 50,8%), com internação de 2-20 dias e correlação positiva (r=0,9973), além da escassa aplicação de escores prognósticos (94,9% ausentes), alinhando-se à literatura brasileira sobre heterogeneidade e necessidade de bundles.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Fronteira Sulpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Chapecópt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biomédicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFFSpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSepsept_BR
dc.subjectUnidades de terapia intensivapt_BR
dc.subjectAssistência de enfermagempt_BR
dc.subjectChoque sépticopt_BR
dc.subjectSanta Catarinapt_BR
dc.titlePerfil epidemiológico da sepse e choque séptico em um hospital do oeste do Estado de Santa Catarinapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.levelMestradopt_BR
Aparece en las colecciones: Programa de Pós-Graduação em Ciências Biomédicas

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