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dc.contributor.advisor1Tombini, Larissa Hermes Thomas-
dc.creatorBalestrin, Hellen Polita-
dc.date2025-12-09-
dc.date.accessioned2026-06-15T17:37:23Z-
dc.date.available2028-
dc.date.available2026-06-15T17:37:23Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/9355-
dc.description.abstractIntroduction: indigenous health governance requires effective articulation between the Unified Health System (SUS) and the Indigenous Health Care Subsystem (SasiSUS), especially in territories marked by high sociocultural complexity. Thus, understanding how governance is organized in each territory is essential for strengthening intercultural approaches and promoting differentiated health care for Indigenous populations. Objective: to understand the organization of health governance in the Guarita Base Pole and identify how municipalities integrate (or fail to integrate) the guidelines of the National Policy for the Health Care of Indigenous Peoples into their planning instruments and services. Method: a qualitative approach was used, including a technical field visit, analysis of Municipal Health Plans and district documents, and consideration of field observations. Results: findings revealed that, although Indigenous presence is significant in the territories, municipalities do not fully incorporate the guidelines of the National Policy for the Health Care of Indigenous Peoples—such as the roles of Indigenous Health Agents and Indigenous Sanitation Agents— into their management instruments. The study also identified positive advances in Indigenous health in the territory, including cultural mediation within a municipal health service, expansion of specialized services, and the structuring of a specialized Indigenous health clinic in the city of Tenente Portela. Conclusion: strengthening shared, territorialized, and intercultural governance is essential to ensuring integral, effective, equitable, and culturally coherent care for Kaingang and Guarani peoples of the Guarita Indigenous Land in Rio Grande do Sul.pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: a governança da saúde indígena demanda articulação efetiva entre o Sistema Único de Saúde e o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, sobretudo em territórios de alta complexidade sociocultural. Assim, compreender a organização da governança em cada território torna-se fundamental para fortalecer uma atuação intercultural e promover atenção diferenciada em saúde para esta população. Objetivo: compreender a organização da governança em saúde no Polo Base Guarita e identificar como os municípios integram (ou deixam de integrar) as diretrizes da Política de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas nos seus instrumentos de planejamento e serviços. Método: utilizou-se abordagem qualitativa, visita técnica, análise dos Planos Municipais de Saúde e documentos distritais, considerando elementos da realidade observada durante a vivência em campo. Resultados: os resultados evidenciaram que, embora a presença indígena seja de um número expressivo nos territórios, os municípios não incorporam plenamente as diretrizes da Política de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, incluindo a atuação dos agentes indígenas de saúde e agentes indígenas de saneamento, nos instrumentos de gestão. A pesquisa evidenciou avanços positivos à saúde dos povos indígenas no território, como a mediação de comunicação cultural dentro dos serviços de saúde de um município, a ampliação de serviços especializados e a estruturação de um ambulatório especializado em saúde indígena na cidade de Tenente Portela. Conclusão: fortalecer a governança compartilhada, territorializada e intercultural é essencial para garantir cuidado integral, efetivo, equitativo e coerente com as realidades e modos de vida dos povos Kaingang e Guarani da Terra Indígena do Guarita/RS.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Biblioteca Chapeco (biblio.ch@uffs.edu.br) on 2026-06-12T12:23:28Z No. of bitstreams: 1 BALESTRIN.pdf: 625712 bytes, checksum: 69e4a6b3b685e36f219772f47f9788d0 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-06-15T17:37:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 BALESTRIN.pdf: 625712 bytes, checksum: 69e4a6b3b685e36f219772f47f9788d0 (MD5) Previous issue date: 2025en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Fronteira Sulpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Chapecópt_BR
dc.publisher.initialsUFFSpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.subjectSaúde indígenapt_BR
dc.subjectGovernançapt_BR
dc.subjectPlanejamento estratégicopt_BR
dc.subjectSistema único de saúdept_BR
dc.titleGovernança e planejamento estratégico situacional na saúde indígena - polo base Guarita/RSpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
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