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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Fraga, Gerson Wasen-
dc.contributor.referee1Mohr, Naira Estela Roesler-
dc.contributor.referee2Deggerone, Zenicleia Angelita-
dc.creatorSiqueira, Bianca Kaluana de-
dc.date2026-07-03-
dc.date.accessioned2026-08-19T18:23:29Z-
dc.date.available2026-07-14-
dc.date.available2026-08-19T18:23:29Z-
dc.date.issued2026-07-
dc.identifier.urihttps://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/9464-
dc.description.resumoEsta pesquisa analisa as práticas organizativas e formativas desenvolvidas pelo Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), buscando compreender de que maneira suas experiências dialogam com princípios associados ao Bem Viver e às pedagogias do cuidado. Partindo de uma abordagem qualitativa, fundamentada na análise documental de cartilhas, materiais formativos, publicações institucionais e produções do próprio movimento, o estudo investiga como as mulheres camponesas constroem formas coletivas de resistência, produção de conhecimento e defesa da vida em seus territórios. A análise evidenciou que as práticas desenvolvidas pelo MMC ultrapassam a reivindicação de direitos específicos, articulando cuidado, agroecologia, soberania alimentar, formação política, organização coletiva e Feminismo Camponês Popular em torno de um projeto comprometido com a transformação social. Nos materiais produzidos pelo movimento, o cuidado assume uma dimensão ética, política e comunitária, vinculada à preservação dos saberes ancestrais, à produção de alimentos saudáveis, à defesa da biodiversidade e ao fortalecimento das relações coletivas. Da mesma forma, a agroecologia e a soberania alimentar aparecem como estratégias de resistência frente aos processos de mercantilização da vida, da natureza e dos conhecimentos historicamente construídos pelas populações do campo. Os resultados permitem identificar importantes aproximações entre as práticas desenvolvidas pelo Movimento de Mulheres Camponesas e os princípios do Bem Viver, especialmente no que se refere à centralidade da vida, à valorização da coletividade, à defesa dos territórios e à construção de relações menos subordinadas às lógicas de exploração. Ao reconhecer as mulheres camponesas como sujeitos políticos e produtoras de conhecimento, a pesquisa contribui para os debates sobre educação popular, movimentos sociais, feminismos, agroecologia e alternativas ao desenvolvimento hegemônico, evidenciando a relevância dessas experiências para a compreensão dos desafios contemporâneos e das possibilidades de construção de outros modos de viver, produzir e cuidar.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Thiago Menezes Cairo (thiago.cairo@uffs.edu.br) on 2026-08-18T17:41:07Z No. of bitstreams: 1 SIQUEIRA.pdf: 14811943 bytes, checksum: 0ecf69fe3684977e32d6149f8dae4114 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-08-19T18:23:29Z (GMT). No. of bitstreams: 1 SIQUEIRA.pdf: 14811943 bytes, checksum: 0ecf69fe3684977e32d6149f8dae4114 (MD5) Previous issue date: 2026-07en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Fronteira Sulpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Erechimpt_BR
dc.publisher.initialsUFFSpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBem Viver.pt_BR
dc.subjectPedagogias do Cuidado.pt_BR
dc.subjectMovimento de Mulheres Camponesaspt_BR
dc.titleBem viver e pedagogias do cuidado: as práticas formativas e organizativas do movimento de mulheres camponesaspt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
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