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dc.contributor.advisor1Costa, Joice Beatriz da-
dc.creatorSantos, Fabricio Ramos dos-
dc.date2025-12-10-
dc.date.accessioned2026-08-26T18:15:16Z-
dc.date.available2026-
dc.date.available2026-08-26T18:15:16Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/9471-
dc.description.abstractThis dissertation investigates how the concepts of Negritude, Black Diaspora, and Pan-Africanism function as philosophical forms of resistance to colonial epistemicide and contribute to the construction of alternatives to Eurocentric universalism. Drawing on the works of Frantz Fanon, Achille Mbembe, Ivan Luiz Monteiro, Zilá Bernd, Petrônio Domingues, bell hooks, and Angela Davis, the study analyzes the ontological and epistemic implications of the coloniality of being, revealing how modern Western thought is grounded in the exclusion and dehumanization of Black and colonized peoples. The dissertation pays particular attention to the concept of Ubuntu, based on the works of Alexandre do Nascimento and Mogobe Ramose, who propose a relational ontology that challenges the individualistic notion of the modern subject. It demonstrates that African philosophical traditions not only contest the dominant philosophical canon but also offer alternative horizons of being, knowledge, and emancipation.pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação investiga como os conceitos de negritude, diáspora negra e pan-africanismo atuam como formas filosóficas de resistência ao epistemicídio colonial e contribuem para a construção de alternativas ao universalismo eurocentrado. A partir dos autores Frantz Fanon, Achille Mbembe, Ivan Luiz Monteiro, Zilá Bernd, Petrônio Domingues, bell hooks e Angela Davis, o trabalho analisa as implicações ontológicas e epistêmicas da colonialidade do ser, revelando como o pensamento ocidental moderno se fundamenta na exclusão e desumanização dos povos negros e colonizados. A dissertação analisa especialmente o conceito Ubuntu, fundamentado nas obras de Alexandre do Nascimento e Mogobe Ramose, os quais propõem uma ontologia relacional que desafia a noção individualista do sujeito moderno. Esta dissertação demonstra que as tradições filosóficas africanas não apenas contestam o cânone filosófico dominante, mas oferecem horizontes de ser, saber e emancipação.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Biblioteca Chapeco (biblio.ch@uffs.edu.br) on 2026-08-24T21:58:58Z No. of bitstreams: 1 SANTOS.pdf: 1053752 bytes, checksum: 37d82816e1c49852a5dafd3c8889d012 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-08-26T18:15:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 SANTOS.pdf: 1053752 bytes, checksum: 37d82816e1c49852a5dafd3c8889d012 (MD5) Previous issue date: 2025en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Fronteira Sulpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Chapecópt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.publisher.initialsUFFSpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectNegrospt_BR
dc.subjectDiásporapt_BR
dc.subjectAfricanismopt_BR
dc.titleNegritude, diáspora negra e pan-africanismo: o antagonismo denegado defensivo do universalismo filosófico tradicionalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.levelMestradopt_BR
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