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dc.contributor.advisor1Rosa Filho, Luiz Artur-
dc.creatorSASSI, Viviane Martins-
dc.date2026-
dc.date.accessioned2026-09-02T14:01:01Z-
dc.date.available2026-
dc.date.available2026-09-02T14:01:01Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttps://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/9539-
dc.description.resumoA dor crônica é uma condição de alta prevalência na população brasileira, desta forma, esta revisão de literatura narrativa traz uma breve explicação sobre cada abordagem bem como os principais tratamentos envolvidos no manejo de cada tipo de dor. A revisão fundamentou-se em evidências disponíveis no período de 2020 a 2025 indexadas em bases científicas como PubMed, BVS e SciELO, sendo o trabalho elaborado como requisito parcial para a conclusão da Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade pela Universidade Federal da Fronteira Sul campus Passo Fundo cujo programa é realizado em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde de Passo Fundo -RS. O tratamento padrão ouro comum a todos os tipos de dor é o tratamento não medicamentoso envolvendo atividade física regular, terapia - especialmente a do tipo cognitivo comportamental-, alimentação e estilo de vida saudável. No tratamento medicamentoso, após adequada avaliação e caracterização do quadro, temos como opções de tratamento: na dor nociceptiva destacam-se os antiinflamatórios não esteroidais e os opioides como principal tratamento medicamentoso. Na dor neuropática e nociplástica tem-se os antidepressivos tricíclicos, os inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina e os gabapentinoides como as melhores evidências de tratamento medicamentoso. Na dor neuropática pode-se usar antiinflamatórios não esteroidais em algumas situações, bem como os opioides. Já a dor nociplástica os opioides são desaconselhados devido a baixa evidência de eficácia e alto risco de piora do quadro. Na dor do tipo mista, têm-se analgésicos, opioides, antidepressivos e anticonvulsivantes de forma isolada ou combinada podendo ser escalonada conforme o nível de dor utilizando-se a escala analgésica da dor da Organização Mundial da Saúde. A dor crônica apesar de amplamente estudada ainda se mostra um desafio na atenção primária à saúde, tanto por haverem poucas opções medicamentosas ofertadas gratuitamente quanto pela falta de equipes multidisciplinares amplamente distribuídas nas unidades de saúde, além da carência de estudos realizados especificamente na Atenção Primária à Saúde.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Cristiano Silva de Carvalho (cristianoscarvalho@uffs.edu.br) on 2026-09-02T14:01:01Z No. of bitstreams: 1 TCR_SASSI, Viviane Martins.pdf: 3016953 bytes, checksum: c4b38322dbc27a522251d09328deeaf3 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-09-02T14:01:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TCR_SASSI, Viviane Martins.pdf: 3016953 bytes, checksum: c4b38322dbc27a522251d09328deeaf3 (MD5) Previous issue date: 2026en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Fronteira Sulpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Passo Fundopt_BR
dc.publisher.initialsUFFSpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDor crônicapt_BR
dc.subjectAntidepressivospt_BR
dc.subjectAtenção primária à saúdept_BR
dc.titleManejo da dor crônica na atenção primária à saúde: uma revisão bibliográficapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
Appears in Collections:Residência Médica

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