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dc.contributor.advisor1Tosta, Kelly Cristina Benetti Tonani-
dc.creatorMorandi, Tainá Bruna-
dc.date2017-07-13-
dc.date.accessioned2017-09-06T13:21:21Z-
dc.date.available2017-08-31-
dc.date.available2017-09-06T13:21:21Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.urihttps://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/1057-
dc.description.abstractHistorically, relationships established themselves in a way in which man was the provider of power and therefore performed duties outside the home, while the woman had the function of taking care of household chores. After, there has been an increase of feminist movements that seek equal rights in order to undo this uneven historical construction that is reflected in current organizational relationships. Organizations as a whole seek ways to value and recognize the importance of women as well as manage this gender inequality present in the organizational environment. Faced with this, there is the phenomenon of psychological bullying, which occurs through humiliating psychological violence, which repeatedly victimizing the same person, cause damage to physical and mental health, and in extreme cases can lead to suicide. Therefore, the present study aimed to analyze the impact on the career and professional performance of women who suffer or suffered bullyingment in the work environment. The methodology of the study was divided into two phases: the first, which concerns quantitative research and the second part refers to qualitative research, classified as exploratory, descriptive and applied, and as to its means, it is classified as Field and bibliographic. Data collection from the first phase of the study was conducted through a questionnaire applied via Google Docs, from a sample defined as 385 women, and 411 responses were collected. The second phase of the data collection took place through semistructured interviews with three graduate women in areas of study that have affinity with the researched area. Also, a systematic review was prepared for which it is published. Regarding the analysis of the results, as information obtained through a questionnaire, a quantitative approach was analyzed, while as information obtained in the interviews, a content analysis was used. Conclusively, it was possible to realize the high frequency of women who experienced some negative situation in the workplace in a timely manner (83.2%). Conclusively, it was possible to perceive the high frequency of women who experienced some negative situation in the workplace in a timely manner (83.2%). In addition, 20% of women are victims of aggressions that involve the intentional deterioration of working conditions, while 15% suffer from isolation and refusal of communication, 24% suffer from attacks on dignity and 12% are victims of verbal, physical or sexual violence. Approximately 73.9% of women identify themselves as victims of bullying. Of these, 70.6% identify the aggressors as being heads, where 57.1% are male. Still, 49.1% of those surveyed said they had health consequences, being low self-esteem and depression. Approximately 93.8% of those surveyed believe that bullying victimizing women is common and according to those interviewed, the reason is the historical construction of women as inferior. About 14.9% of the victims having made a formal complaint about the aggression, with only 4.3% receiving a return from the organization. As far as policies and practices for preventing bullying are concerned, only 8.1% are aware of their existence in the organization they work for, or 96.6% consider important policies on gender inequality and bullying important. It is extremely important to discuss these issues in the organizational environment, creating a culture of nonpermissiveness of bullying in organizations.pt_BR
dc.description.resumoHistoricamente, as relações estabeleciam-se de maneira em que o homem era o provedor de poder e, portanto, exercia funções fora de casa, enquanto a mulher tinha funçõesatribuidasaos afazeres domésticos. Posteriormente, houve um aumento de movimentos feministas que buscam direitos igualitários, a fim de desfazer essa construção histórica desigual que se reflete nas relações organizacionais atuais. Frente a isso, encontra-se o fenômeno do assédio moral, que ocorre através de violências psicológicas humilhantes, que praticadas repetidamente vitimando uma mesma pessoa, causam danos à saúde física e mental, e em casos extremos, pode levar ao suicídio. Diante disso, a presente pesquisa, teve como objetivo analisar os impactos na carreira e no desempenho profissional das mulheres que sofrem ou sofreram assédio moral no ambiente de trabalho. A metodologia do estudo se dividiu em duas fases: a primeira, que diz respeito à pesquisa quantitativa e a segunda parte que tange à pesquisa qualitativa, classificada quanto aos seus fins como exploratória, descritiva e aplicada, e quanto aos seus meios classifica-se como de campo e bibliográfica. A coleta de dados da primeira fase do estudo foi realizada por meio de questionário aplicado via Google Docs, com 411 respostas coletadas. Na segunda fase da coleta de dados, foram feitas entrevistas semiestruturadas com três mulheres graduadas em áreas de estudo que tenham afinidade com a área pesquisada. Em relação à análise dos resultados, as informações obtidas por meio de questionário foram analisadas conforme abordagem quantitativa, enquanto as informações obtidas das entrevistas por meio de análise de conteúdo. Conclusivamente, foi possível perceber a alta frequência de mulheres que passaram por situação negativa no ambiente de trabalho de forma pontual (83,2%). Ainda, foi identificado que 20% das mulheres são vítimas quase sempre e sempre de agressões que envolvem a deterioração proposital das condições de trabalho, enquanto 15% sofrem em situações de isolamento e recusa de comunicação, 24% sofrem de atentado a dignidade e 12% são vítimas de violência verbal, física ou sexual. Aproximadamente, 73,9% das mulheres identificam-se como vítima de assédio moral. Destas, 70,6% identifica os agressores como sendo chefias, onde 57,1% são do gênero masculino. Ainda, 49,1% das pesquisadas diz ter sofrido consequências na saúde, como baixa autoestima e depressão. Aproximadamente 93,8% das pesquisadas acredita que o assédio moral vitimando mulheres é comum.Segundo as entrevistadas, o motivo é a construção histórica da mulher como inferior. Cerca de 14,9% das vítimas prestou queixa formal sobre a agressão, sendo que apenas 4,3% recebeu retorno da organização. Em relação ás políticas e práticas de prevenção do assédio moral, 8,1% tem conhecimento da existência delas na organização que atuam ou atuaram, sendo que 96,6% considera importante políticas sobre desigualdade de gênero e assédio moral.Portanto, é extremamente importante a discussão destes assuntos no ambiente organizacional,pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Jeferson Rodrigues de Lima (jeferson.lima@uffs.edu.br) on 2017-08-31T17:16:11Z No. of bitstreams: 1 MORANDI.pdf: 1824730 bytes, checksum: a6e3eba3bc49130b75a328c1dda02016 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Fronteira Sulpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFFSpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAmbiente de trabalhopt_BR
dc.subjectFeminismopt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectViolência moralpt_BR
dc.subjectINDpt_BR
dc.titleAssédio moral no ambiente organizacional: o contexto dos abusos psicológicos contra as mulheres no ambiente de trabalhopt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
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