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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisor1Danna, Patrycia Chedid-
dc.contributor.advisor-co1Rabello, Renata dos Santos-
dc.contributor.referee1Danna, Patrycia Chedid-
dc.contributor.referee2Riffel , Rogério Tomasi-
dc.contributor.referee3Mocelin, Ricieri Naue-
dc.creatorSur, Mateus-
dc.date2025-
dc.date.accessioned2026-03-16T13:55:41Z-
dc.date.available2026-
dc.date.available2026-03-16T13:55:41Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttps://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/9159-
dc.description.resumoIntrodução: A depressão maior é uma condição crônica prevalente, com altas taxas de não resposta ao tratamento inicial. Evidências sugerem que a modulação da microbiota intestinal por probióticos pode complementar o tratamento antidepressivo. Objetivo: Avaliar se a adição de probióticos ao uso estável (sem troca ou ajuste de dose nas quatro semanas anteriores ou durante o período da intervenção) de antidepressivos reduz os sintomas depressivos em adultos com transtorno depressivo maior, em comparação com placebo (grupo apenas com antidepressivo). Métodos: Foram incluídos ensaios clínicos randomizados, duplo-cegos, com grupo controle, publicados a partir de janeiro de 2010, que compararam probióticos a placebo em adultos (≥18 anos) diagnosticados por critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) ou Classificação Internacional de Doenças (CID), em uso estável de antidepressivos. Os desfechos primários envolveram medidas quantitativas de sintomas depressivos (ex.: HAMD-17, BDI, MADRS, PHQ-9). A busca (até 01/05/2025) abrangeu PubMed, Scopus e PsycInfo. Dois revisores independentes realizaram triagem e extração de dados. O risco de viés foi avaliado com a ferramenta RoB 2.0. Devido à heterogeneidade, não foi realizada meta-análise; a síntese foi narrativa. A revisão foi registrada no PROSPERO (CRD420251018748) e não recebeu financiamento externo. Resultados: Seis ensaios clínicos randomizados foram incluídos (n = 414 participantes; 208 no grupo probiótico + antidepressivo vs 206 placebo + antidepressivo). A maioria dos ECRs (5 de 6) demonstrou Hedges’ g negativos, sugerindo tendência de melhora dos sintomas com o uso de probióticos. Apesar disso, em alguns estudos os intervalos de confiança cruzaram o zero, não confirmando significância estatística. Em protocolos multicepa por ≥8 semanas, a direção do efeito foi consistente (benefício maior que em protocolos mais curtos/monocepa). Eventos adversos foram leves e não houve efeitos adversos graves. Devido a amostras pequenas e heterogeneidade, a certeza global é muito baixa. Conclusão: A adição de probióticos ao tratamento antidepressivo sugere um possível benefício clínico adicional na depressão maior, especialmente com multicepas e intervenções ≥8 semanas. Entretanto, a certeza da evidência é muito baixa (GRADE) devido a risco de viés, amostras pequenas, imprecisão e inconsistência entre estudos. Não é possível recomendar o uso rotineiro; são necessários ECRs maiores e padronizadospt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Cristiano Silva de Carvalho (cristianoscarvalho@uffs.edu.br) on 2026-03-13T14:01:47Z No. of bitstreams: 1 SUR, Mateus.pdf: 1487846 bytes, checksum: f26acae98e08fab1d871befb1c4b8255 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-03-16T13:55:41Z (GMT). No. of bitstreams: 1 SUR, Mateus.pdf: 1487846 bytes, checksum: f26acae98e08fab1d871befb1c4b8255 (MD5) Previous issue date: 2026en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Fronteira Sulpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Passo Fundopt_BR
dc.publisher.initialsUFFSpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.subjectProbióticospt_BR
dc.subjectAntidepressivospt_BR
dc.subjectRevisão sistemáticapt_BR
dc.titleImpacto da adição de probióticos no tratamento antidepressivo em pacientes com depressão maior: uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizadospt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
Aparece en las colecciones: Medicina

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