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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisor1Mikoski, Vanessa Dorada-
dc.creatorAnschau, Maira Gabriela-
dc.date2025-06-06-
dc.date.accessioned2026-04-22T14:46:20Z-
dc.date.available2026-
dc.date.available2026-04-22T14:46:20Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/9263-
dc.description.abstractThis article critically analyzes the centrality of the family in contemporary Brazilian social policies, highlighting how conservatism and neoliberal logic contribute to shifting the responsibility for care and social protection onto families, particularly women. Drawing on the framework of Marxist feminist critique—especially the works of Saffioti, Federici, Teixeira, and Mioto—it discusses familism as an ideological pillar that reinforces the sexual division of labor, overburdens women, and reproduces gender inequalities. The study shows that, as the State retreats from the provision of social rights, it transfers the burden of care to families— especially to Black women and those from working-class backgrounds—reproducing traditional roles under the rhetoric of inclusion and protection. The article proposes, as an ethical-political horizon, the need to overcome this logic through the development of emancipatory, defamilialized, and universalist public policies guided by gender, racial, and class equity.pt_BR
dc.description.resumoEste artigo analisa criticamente a centralidade da família nas políticas sociais brasileiras contemporâneas, evidenciando como o conservadorismo e a lógica neoliberal contribuem para a responsabilização das famílias, especialmente das mulheres, pelo cuidado e proteção social. A partir do referencial da crítica feminista marxista, com destaque para autoras como Saffioti, Federici, Teixeira e Mioto, discute-se o familismo como um pilar ideológico que reforça a divisão sexual do trabalho, a sobrecarga das mulheres e a reprodução das desigualdades de gênero. O estudo evidencia que, ao mesmo tempo em que o Estado se retrai da provisão de direitos sociais, transfere às famílias e, em especial, às mulheres negras e das classes populares, o ônus do cuidado, atualizando papéis tradicionais sob o discurso de inclusão e proteção. Propõe-se, portanto, como horizonte ético-político, a superação dessa lógica por meio da construção de políticas públicas emancipatórias, desfamiliarizantes e universalistas, orientadas pela equidade de gênero, raça e classe.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Biblioteca Chapeco (biblio.ch@uffs.edu.br) on 2026-04-22T14:46:20Z No. of bitstreams: 1 ANSCHAU.pdf: 320637 bytes, checksum: 296aa94e6ec8238116d4cd9621ac8bec (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-04-22T14:46:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 ANSCHAU.pdf: 320637 bytes, checksum: 296aa94e6ec8238116d4cd9621ac8bec (MD5) Previous issue date: 2025en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Fronteira Sulpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Chapecópt_BR
dc.publisher.initialsUFFSpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPolítica socialpt_BR
dc.subjectConservadorismo (política)pt_BR
dc.subjectGêneros (grupos sociais)pt_BR
dc.subjectFamíliapt_BR
dc.subjectDesigualdadespt_BR
dc.titleFamília, conservadorismo e políticas sociais no Brasil: entre a proteção social e a reafirmação das desigualdades de gêneropt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
Aparece en las colecciones: Especialização em Serviço Social, Políticas Sociais e Trabalho

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