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Type: Monografia
Title: Perfil epidemiológico de pacientes com hiperferritinemia e análise do subdiagnóstico de linfohistiocitose hemofagocítica
Author: Britto, Gabriela Marcon de
First advisor: Acrani, Gustavo Olszanski
metadata.dc.contributor.advisor-co1: Simonetti, Amauri Braga
Resume: Introdução: a ferritina é um marcador sérico com ampla utilidade no meio médico e comumente alterada em doenças crônicas. Sua diminuição usualmente significa deficiência de ferro, mas o aumento não necessariamente significa aumento das reservas de ferro. Atualmente, diversas patologias, como a insuficiência renal crônica, tem a hiperferritinemia relacionada com aumento da morbimortalidade. Objetivo: determinar o perfil epidemiológico entre pacientes que realizam controle da ferritina e os níveis de hiperferritinemia para cada patologia. Ainda, analisar se a ferritina e outros fatores clínicos e laboratoriais afetam a progressão e prognóstico da insuficiência renal crônica. Métodos: a partir de um estudo retrospectivo, transversal e analítico realizado com pacientes atendidos em serviço terciário na cidade de Passo Fundo/RS que realizaram pelo menos 4 exames de ferritina no período de 2016 e 2017, foram analisadas as variáveis idade, sexo e níveis de ferritina e sua relação com os desfechos creatinina elevada e proteína C elevada, além da determinação da prevalência das patologias encontradas entre eles. Resultados: a insuficiência renal crônica é a patologia mais prevalente encontrada, presente em 73% dos pacientes. Distúrbios hematológicos e internações para condutas obstétricas são a segunda causa mais prevalente, cada uma com 5% de prevalência. Dentre os pacientes com insuficiência renal crônica, ser do sexo masculino e ter idade maior que 60 anos são fatores estatisticamente significativos para o desfecho creatinina elevada. Os níveis de ferritina não parecem influenciar nos desfechos creatinina e/ou proteína C reativa elevada. Conclusão: a insuficiência renal crônica é a patologia mais comum entre os pacientes analisados. Dentre esses, a ferritina não parece ter influência no aumento da creatinina em pacientes realizando hemodiálise ou diálise peritoneal. Também não tem relação com o aumento da proteína C reativa. O aumento da ferritina não parece estar correlacionado com aumento da perda de função renal, mas diversos estudos confirmam sua relação com o aumento da mortalidade em diversas patologias, entre elas, a insuficiência renal crônica em estágio dialítico. Apesar de não ter correlação com aumento da creatinina ou da proteína C reativa, estudos correlacionam a PCR elevada com maior mortalidade por doenças cardiovasculares.
Abstract: Introduction: ferritin is a serum marker with lots of uses in medicine, and commonly is altered in diseases such as chronic renal failure. However, there are just a few studies about the epidemiologic profile of patients with ferritin alteration and its relation with poor hemodialysis outcomes. Objective: to determinate the epidemiologic profile of this population and which are the factors involved in chronic renal failure progression and prognostic. Methods: from a cross-sectional study realized with patients attended in a tertiary health service in the city of Passo Fundo/RS, Brazil, that performed at least four serum ferritin measures in the period of 2016 and 2017; the variables age, sex, ferritin levels and its relation with the outcomes elevated creatinine and elevated Creactive protein were analyzed. Besides that, the determination of the most prevalent disease was determinate. Results: chronic renal failure is the most prevalent pathology founded, present in 73% of the patients. Hematologic disturbs and gynecologic/obstetric hospitalizations are de second most prevalent pathology, with 5% of prevalence each. Among patients with chronic renal failure, the male sex and being more than 60 years are factors with statistical significance for the outcome elevated creatinine. Ferritin levels don’t seem to influence the outcomes analyzed. Conclusion: Chronic renal failure is the most common pathology among patients analyzed. Among these, serum ferritin doesn’t seem to have influence on the increase of creatinine in hemodialysis or intra peritoneal dialysis patients. Also, it doesn’t have relation with the increase of Creactive protein. Therefore, this serum marker doesn’t have a big influence on the monitoring of morbidity and mortality due to the loss of residual renal function during hemodialysis.
Keywords: Ferro
Perfil de saúde
Insuficiência renal
Distúrbios do metabolismo do ferro
Language: por
Country: Brasil
Publisher: Universidade Federal da Fronteira Sul
Acronym of the institution: UFFS
College, Institute or Department: Campus Passo Fundo
Type of Access: Acesso Aberto
URI: https://rd.uffs.edu.br/handle/prefix/3541
Issue Date: 2019
Appears in Collections:TCC Medicina

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